Sou como você me vê.Posso ser leve como uma brisa ou forte como uma ventania,depende de quando e como você me vê passar. Clarice Lispector
quinta-feira, 28 de agosto de 2008
Há vagas?...
quarta-feira, 27 de agosto de 2008
A minha poesia...
Os pássaros - eu nem sei como descrevê-los, a harmonia que mantêm entre si pulando de galho em galho nas árvores. Eu abro a janela e, por instantes, deixo a sintonia de seus cantos me envolverem. Decifrar os que eles “falam” entre si, é pura paz. É uma mistura de alegria e nostalgia ao mesmo tempo. Aguça uma sensibilidade, um instante poético, ingênuo, afim. Eles fazem feliz qualquer pessoa que zele pela sua liberdade e delicadeza. Pousam ali, emitindo uma paz interior com seus cantos maravilhosos, e depois alçam vôo, buscando novos alimentos para o dia seguinte. Tenho o privilégio de assistir a esse espetáculo da natureza, todo fim de tarde, da janela da sala onde trabalho que dá acesso a um pequeno jardim arborizado. Fico fascinada com esse momento lindo, relaxante, de reflexão, um momento de paz, de uma alegria que por um instante nos envolve em uma suave nostalgia...
segunda-feira, 25 de agosto de 2008
Frieza...
(Florbela Espanca)
domingo, 24 de agosto de 2008
Lira romantiquinha...
Por que não queres,
Por que cultivas
Acaso ignoras
Visto que em suma
Anjo sem fé
(Carlos Drummond de Andrade)
sábado, 23 de agosto de 2008
Clarice Lispector...
[Devolvam a minha vida, o meu "sucesso" interior, a minha poesia...]
sexta-feira, 22 de agosto de 2008
Eu não sei o quê, isso quer dizer?
Se eu digo pare! Você não repare, no que possa parecer...

Cora Coralina...
Ajuntei todas as pedras
quinta-feira, 21 de agosto de 2008
A coisa...
quarta-feira, 20 de agosto de 2008
Vinicius de Moraes...
Eu deixarei que morra em mim o desejo de amar os teus olhos que são doces
No entanto a tua presença é qualquer coisa como a luz e a vida
E eu sinto que em meu gesto existe o teu gesto e em minha voz a tua voz.
Não te quero ter porque em meu ser tudo estaria terminado.
Quero só que surjas em mim como a fé nos desesperados
Para que eu possa levar uma gota de orvalho nesta terra amaldiçoada
Que ficou sobre a minha carne como nódoa do passado.
Eu deixarei... tu irás e encostarás a tua face em outra face.
Teus dedos enlaçarão outros dedos e tu desabrocharás para a madrugada.
Mas tu não saberás que quem te colheu fui eu,
porque eu fui o grande íntimo da noite.
Porque eu encostei minha face na face da noite e ouvi a tua fala amorosa.
Porque meus dedos enlaçaram os dedos da névoa suspensos no espaço.
E eu trouxe até mim a misteriosa essência do teu abandono desordenado.
Eu ficarei só como os veleiros nos pontos silenciosos.
Mas eu te possuirei como ninguém porque poderei partir.
E todas as lamentações do mar, do vento, do céu, das aves, das estrelas.
Serão a tua voz presente, a tua voz ausente, a tua voz serenizada.
domingo, 17 de agosto de 2008
Delírio...
...
Ótima semana a todos...
sábado, 16 de agosto de 2008
Que suave é o ar...
sexta-feira, 15 de agosto de 2008
Apagar-me...
quarta-feira, 13 de agosto de 2008
Estou aqui...
Estou aqui
domingo, 10 de agosto de 2008
Clarice Lispector...
Fernando Pessoa...
Sorri do teu pensamento
Depois aperta-me a mão
sábado, 9 de agosto de 2008
Florbela Espanca...
Vaidade...
olhares.com
domingo, 3 de agosto de 2008
Corpos de luz...
Semana de luz a todos...
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sábado, 2 de agosto de 2008
Mário Quintana...
Um espelho não guarda as coisas refletidas!
sexta-feira, 1 de agosto de 2008
Sim, vai e diz...
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Autor: Marco Niemi - olhares.com
(Vinicius de Moraes)














